Saturday. Twin Peaks. Single Ladies. Walk around. Go to airport
De volta à São Francisco
Sexta. Trip back to San Francisco.
Los Angeles, segundo dia
Quinta: Thanksgiving. Volta pelo quarteirão. Hollywood sign. Shopping.
Los Angeles
Quarta. Los Angeles. Primeiro Venice, visita a Dólar Shave Club, Beverly Hills, Holiwood. Calcada da Fama, Universal estúdios.
De São Francisco à Los Angeles
Terça. Começamos por Monterey e chegamos em Los Angeles.
Vale do Silício, Terceiro dia
Segunda feira. Visitamos a NASA, depois Singularity University. Universidade Standford. Novamente encontramos a Carla. E partimos para Monterrey.
São Francisco, Segundo Dia
São Francisco, Califórnia, segundo dia
Sábado. Tentamos novamente pegar o bonde, mas tivemos que pegar um ônibus. Descemos no mercado e seguimos andando até o museu de arte moderna. Tentamos entrar no “Discovery museu” para crianças, mas estava fechado devido a poluição. Fomos então para a Golden Gate bridge. Que fantástico. Muito maior que eu imaginava. Depois fomos para o museu casa de Wall Disney e a noite terminamos no shopping…

Vale do Silício
Hoje havia chegado finalmente o dia de visitar o Vale do Silício. O coração dele. Pegamos a estrada bem cedo para evitar o trânsito caótico e de alta velocidade e chegar para tomar café antes dos primeiros compromissos. Uma passada rápida pelo museu da computação e logo tive a minha primeira visita com uma consultoria. Eles me mostraram alguns brinquedos do mundo digital tais como inteligência artificial e robô. Logo depois me juntei a July e nossa filha no museu da Intel, ao lado. Ali aprendemos sobre como extraem o silício e a evolução do transistor. Depois uma visita ao Facebook e Google. Depois do almoço, seguimos para a Apple em Cupertino e Netflix em Los Gatos. Depois do expediente estávamos livres para voltar a São Francisco, foi quando vimos a oportunidade de contatar uma prima da July que há anos não a víamos, que mora em São Carlos, no coração do Vale. Carla e família foram sensacionais em nos receber como se nos víssemos toda a semana. Foi uma realização de um sonho visitar a casa dela. No imaginário temos todos esses empreendedores que revolucionam o mundo vindo por ali. São nessas casas que vivem e viveram pessoas como Steve Jobs e tantos outros famosos e anônimos que revolucionam o mundo digital que a gente vive. Eu particularmente me senti inspirado, como se somente por estar ali, me desse um poder mágico de transformação. O espírito de ter ideias e fazer acontecer daquela região é contaminante. Todo mundo sabe que nada è fácil, não é só ter uma ideia que é suficiente para ter sucesso; tudo é resultado de trabalho duro, de persistência, de capacidade de resolver problema. Mas fato é que o espírito de colaboração e capacidade de construção é farto nessa região.


São Francisco, Califórnia
Chegamos em São Francisco por volta do meio-dia. Quando o avião pousou mal dava para ver a pista. Muitas pessoas comentando algo sobre o nevoeiro que cobria tudo. Não conseguimos entender bem. Logo entramos no aeroporto e esquecemos aquilo. Foi somente quando pegamos o carro e entramos na auto pista foi que nos veio a cabeça que se tratava da fumaça de incêndio. O incêndio não era por ali, mas o vento havia trazido tudo à São Francisco. Também estranhamos a velocidade dos carros. Eu cheguei a uns 120 por hora e estava andando devagar comparado com os outros. Será que não tem radar? E me senti bem pressionado na direção. Havíamos esquecido o GPS em casa, e dirigir naquela alta velocidade, olhando o celular não foi tarefa fácil.
Mas estávamos finalmente num lugar há muito desejado: Vale do Silício. Tínhamos a tarde toda ainda para curtir São Francisco. Quando esperávamos pelo bondinho elétrico, passeio bem tradicional, ao lado de nosso Hotel, veio um rapaz segurando um punhado de máscaras da 3M e disse: “Melhor sua filha usar uma”. E deu uma para ela. “E esqueça hoje o bondinho. Não está funcionando por conta da poluição do ar”. Os incêndios estavam ocorrendo tanto no norte quanto no sul da Califórnia. O tempo seco era a grande causa do alastramento. Os de São Francisco estava vindo de Paradise, uma cidade acima de Sacramento. As crianças estavam dispensadas das escolas, muitas empresas haviam liberado funcionários para trabalharem de casa. Pela cidade haviam apenas turistas desavisados como nós. Nos restou então voltar e pegar o carro. E saímos, curtido o sobe e desce das ladeiras cinematográficas de São Francisco, cortando a cidade financeira. E andamos seguindo a margem do canal de São Francisco, cruzando os Piers até chegarmos no Píer 39. Nós pretendíamos ver a Ponte Golden Gate, mas a poluição não deixava. Escureceu mais cedo do que esperávamos. Jantamos cedo, sopa no pão, na Boudin Sourdogh, uma padaria dos anos 1800.
Impossível andar pela cidade e não lembrar dos filmes que já foram filmados ali. Tudo é bem icônico.
