Pegamos novamente o transporte publico perto do hotel. Dessa vez pude lembrar algo que fazia quando criança. Andar sentado no motor de ônibus. Até adulto pode sentar-se. Impagável! E teve alguns momentos que trabalhei como cobrador, ajudando o motorista. Que honra. Paramos novamente no Parque do Amor e caminhamos até o bairro mais antigo de cidade, o Konde. Depois de errarmos n vezes a entrada, valeu a pena se perder pelas ruas do morro e tirar algumas fotos inusitadas. É um bairro bem central, mas muito pobre. Não chega a ser favela, mas as casas são de pedras e parecem quem foram destruídas numa guerra. Mesmo assim, parece ser um lugar desejado, por ser “cool” de alguma maneira.
Dali seguimos para a fábrica de Wiski Ararat. É uma bebida tradicional da Armênia, quase um ícone. A empresa tem um generoso museu, muito agradável, e que se aprende como a bebida é feita.
Nossa caminhada segue então até o morro onde está memorial dos que 1.5 milhões de pessoas que morreram no genocídio (ou matança em massa) pelos turcos em 1915.