Rumo à Miammar

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Terça feira. Dia da partida de Bangkok. Pegamos um Uber até o aeroporto, logo cedo. O percurso, por si só, foi um tour pela cidade em seu transito caótico, colorido e de arquitetura moderna com a antiga. Pegamos um avião para Mandalay, Mianmar. Chegamos por volta das 13 horas. O motorista já nos aguardava. Não havia muita opção do que comer por ali, pegamos algumas cosas industrializadas e partimos para uma viagem de 3 horas até Bagan, antiga capital do Império da Birmânia. Foi uma viagem tensa. O carro era bom mas estava com o volante do lado direito, enquanto a rua era estreita e cheia de motos e com mão de direção igual a do Brasil. O motorista fazia diversas ultrapassagens arriscadas. Era uma ultrapassagem mais emocionante que a outra. O curioso era o pagamento do pedágio. Ele segurava uma nota do dinheiro local, abria a janela, e entregava-a para o cobrador de pedágio, sem mesmo parar o carro. Isso é que é “Sem Parar”.

Chegamos em Bagan no finzinho da tarde. Novamente apenas jogamos a malas no quarto, alugamos duas motos e saímos para ver o por do sol. A recepcionista do hotel, muito simpática, havia apontado um local ideal no mapa. O local era no meio de um conjunto de templos budistas construídos entre o século 8 e 11. Na época, Bagan era uma cidade efervescente, capital do império, com mais de 10mil templos budistas. Restam agora nessa região uns 2mil. A melhor maneira de circular entre eles é de moto ou bicicleta. Tivemos que acelerar para chegar a tempo. Era um morro bem alto, em frente aos templos. Chegamos em cima da hora mas deu para curtir o por do sol. A paisagem é pitoresca, apesar de os templos estarem meio destruídos pelo tempo e pelas dezenas de terremotos. Não nos contentamos apenas com o por do sol. Estava começando a esfriar. Não estávamos preparados para isso. Seguimos o passeio pelo parque dos templo, cortando imensas pagodas. Encontramos muitos monges pelo caminho.

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