No dia seguinte seguimos para o Castelo de Praga. Passamos toda a manhã andando naquela região e envolta do Castelo. Em frente ao Castelo é possível ter uma bela vista da cidade. O sol estava bem quente, mesmo assim seguimos nos perdendo pelas alamedas. E seguimos até a movimentada Charles Bridge, passando pela casa do Franz Kafka que hoje é um movimentado museu. Nosso almoço foi num tradicional restaurante Checo. Na parte da tarde fui à um lugar que eu queria conhecer há muito tempo: o museu do comunismo. É um museu privado, bastante modesto. Tem atraído um público grande. Raro ver um País que já foi comunista ter um museu sobre o assunto. Todos em geral querem apagar esse momento da história já que foi um período totalitarista, sob a mão forte repressora do Estado. O museu cobre todo o período que o Pais esteve sobre a “ditadura” do comunismo, suportando pela URSS. Vale a visita. Tenho a impressão que o museu vai crescer e se profissionalizar, mas eles estão longe disso. Faltam documentos para ser um “museu”. Por outro lado, um desconhecedor do assunto poderá ver quais eram as dificuldades enfrentadas pela população sob a idea de criar uma nova sociedade, “comunista” e “igualitária”, tais como o currículo escolar, a propaganda anti capitalista e o uso do esporte como bandeira de que o sistema era vitorioso. O fato é que ao andar por Praga vê-se que ninguém parece ter saudades desse período; o capitalismos está agora instalado e, ao que parece, há uma consistente democracia funcionando.
Praga foi uma agradável cidade. Vale outras visitas no futuro. Tem muito a entregar, histórica e arquitetonicamente.

























